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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Jesus foi crucificado sentado, nu e sem coroa de espinhos...


Jesus foi crucificado sentado, nu e sem coroa de espinhos..., diminuindo a dramaticidade. Afirma especialista.
Jesus morreu numa cruz ou numa estaca? coberto ou nú? com coroa ou sem coroa de espinhos?
Crucificação ou crucifixão foi um método de execução cruel utilizado na Antiguidade e comum tanto em Roma quanto em Cartago. Abolido no século IV, por Constantino, consistia em torturar o condenado e obrigá-lo a levar até o local do suplício a barra horizontal da cruz, onde já se encontrava a parte vertical cravada no chão. De braços abertos, o condenado era pregado na madeira pelos pulsos e pelos pés e morria, depois de horas de exaustão, por Mas os detalhes de como os braços e as pernas de Cristo estavam na cruz não são revelados  pelos evangelistas no Novo Testamento
André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Novo Testamento se preocupa mais com a prisão que com a crucificação. “O que ocorreu no meio e depois são relatos teológicos que passam pelo exercício da fé”, diz. “Se ele morreu pregado ou amarrado, estendido ou sentado são detalhes para aumentar ou diminuir a dramaticidade.” Noticias Gospel Prime

É bem verdade que os evangelistas não deram detalhes a respeito da crucificação, mas, quando o Senhor Jesus apareceu a Tomé, esse detalhe fica claro, além do processo da crucificação que por si só o nome já indica todo o procedimento que a vitima iria passar.
E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus. Mateus 27.29
Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei. João 20.25  
asfixia e parada cardíaca (a cabeça pendida sobre o peito dificultava sobremodo a respiração).
Crê-se que foi criado na Pérsia, sendo trazido no tempo de Alexandre para o Ocidente, sendo então copiado dos cartagineses pelos itálicos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo de crucificação era olhado com profundo horror. O castigo da crucificação começava com flagelação, depois do criminoso ter sido despojado de suas vestes. No azorrague os soldados fixavam os pregos, pedaços de ossos, e coisas semelhantes, podendo a tortura do açoitamento ser tão forte que às vezes o flagelado morria em consequência do açoite.O flagelo era cometido ao réu estando este preso a uma coluna.
No ato de crucificação a vítima era pendurada de braços abertos em uma cruz de madeira, amarrada ou, raramente, presa a ela por pregos perfurantes nos punhos e pés. O peso das pernas sobrecarregava a musculatura abdominal que, cansada, tornava-se incapaz de manter a respiração, levando à morte por asfixia. Para abreviar a morte os torturadores às vezes fraturavam as pernas do condenado, removendo totalmente sua capacidade de sustentação, acelerando o processo que levava à morte. Mas era mais comum a colocação de "bancos" no crucifixo, que foi erroneamente interpretado como um pedestal. Essa prática fazia com que a vítima vivesse por mais tempo. Nos momentos que precedem a morte, falar ou gritar exigia um enorme esforço.    Wikipedia
A gloria da crucificação não está no sofrimento ou mesmo na morte, pois isto muitos prisioneiros passavam, mas, sim, por ser a morte de um inocente morrendo no lugar dos homens e carregando sobre si todos os nossos pecados e o clímax é a ressurreição – a morte sendo vencida.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.  Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.   Isaías 53.4-6 

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Autor Bel Pb Gildo Tercio
Bacharel em Teologia 
Licenciatura Plena em Educação Religiosa
Presbítero da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco
Gestor da Assembleia de Deus em Caetés

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